Masturbação feminina pode trazer benefícios para a saúde da mulher

Os benefícios da masturbação para a saúde sexual feminina envolvem melhorias ao nível sexual, pois aumenta o conhecimento dos limites e das necessidades do próprio corpo, mas também ao nível psicológico, comportamental e inclusive cardíaco.

Assim, alguns dos benefícios mais importantes da masturbação feminina incluem:

    1. Alivia o estresse: a masturbação cria um momento de calma e tranquilidade onde a mulher pode se isolar e esquecer os problemas que a preocupam, reduzindo, até, os problemas de insônia.
    2. Evita o surgimento de infecções: o orgasmo ajuda no alongamento dos músculos do colo do útero, liberando e eliminando muco cervical com bactérias patogênicas que podem causar infecções vaginais.
    3. Previne contra a incontinência: a masturbação ajuda a mulher a exercitar os músculos do pavimento pélvico, fortalecendo-os e evitando o surgimento de incontinência urinária. No entanto, é recomendado manter a prática regular de exercícios de Kegel.

  1. Diminui as câimbras da TPM: o exercício provocado pelo orgasmo no pavimento pélvico ajuda a aliviar as cólicas e câimbras que surgem durante o período pré-menstrual.
  2. Melhora a auto-estima: durante a masturbação a mulher vive uma experiência sexual que a permite observar seu corpo despido, permitindo o surgimento gradual de conforto com o próprio corpo e aumento da auto-estima.

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Além disso, a masturbação feminina é uma forma natural de conhecer o próprio corpo com o objetivo de atingir o orgasmo. O orgasmo atingido através da masturbação não é diferente daquele da relação sexual compartilhada, tanto em intensidade e duração e, por isso, ajuda a mulher a perceber como pode atingir mais facilmente o orgasmo durante o contato íntimo. No entanto, a masturbação excessiva pode ser sinal de Ninfomania.

A ninfomania, também chamada de desejo sexual hiperativo, é um transtorno psiquiátrico caracterizado por um excesso no apetite sexual ou desejo compulsivo por sexo, sem que ocorra alterações nos níveis hormônios sexuais que justifiquem esse problema.

A palavra ninfomania se refere à presença desse transtorno apenas em mulheres, pois quando esse mesmo problema psiquiátrico é identificado nos homens, é chamado de satiríase.

Os sintomas que caracterizam a ninfomania são masturbação em excesso, ocorrendo mais de 1 vez por dia, relação sexual compulsiva e nem sempre ligada a laços afetivos, uso exagerado e constante de objetos sexuais e de pornografia, e ausência da sensação de satisfação com o sexo.

Além disso, há uma perda no controle sobre os desejos, levando a pessoa a perder aulas, reuniões de trabalho ou encontros com a família e amigos para buscar experiências sexuais.

No entanto, é importante lembrar que nem sempre as relações íntimas vêm acompanhadas de prazer, e é comum a mulher sentir-se culpada e angustiada após uma nova experiência sexual.

O diagnóstico deve ser feito por um psiquiatra e é baseado principalmente nos sintomas apresentados pela paciente.

Em geral, amigos e familiares também ajudam a mulher a notar as alterações no comportamento da mulher, e devem apoiá-la a procurar ajuda ao invés de apenas criticá-la.

A masturbação também pode ser útil para ajudar a tratar problemas sexuais como dispareunia e vaginismo, que podem ter causas físicas ou emocionais. A dor durante o contato íntimo pode ser diminuída com a masturbação antes da penetração porque durante este ato a vagina fica lubrificada, facilitando a penetração. Além disso, para melhorar a relação sexual existem técnicas como o Pompoarismo, que fortalecem os músculos do assoalho pélvico e aumentam o prazer sexual.

Dispareunia é o nome que se dá a uma condição que promove uma dor genital ou pélvica durante o contato íntimo ou durante o clímax, que embora possa ocorrer em homens, é mais comum entre as mulheres. Esta disfunção pode acontecer em qualquer fase da vida causando sofrimento e dificuldade no relacionamento amoroso.

Algumas causas da dor e da contração involuntária da vagina, que impede a penetração são o uso de medicamentos antidepressivos ou durante a primeira relação, devido ao rompimento do hímen. No entanto, os homens também podem ter muita dor durante o contato íntimo devido a problemas como fuga da homo ou heterossexualidade.

A dispareunia pode surgir na menopausa ou quando a mulher está fazendo algum tipo de tratamento contra o câncer porque além do fator emocional não favorecer o contato íntimo, a radioterapia também causa alterações nos tecidos que tornam o contato íntimo doloroso.

O diagnóstico da dispareunia deve ser feito pelo ginecologista ou urologista, após a observação dos órgãos genitais e de ouvir a queixa da pessoa. O médico também pode solicitar exames como papanicolau e ultrassom pélvico para identificar as possíveis causas e assim indicar o tratamento adequado.

Diferente do vaginismo, a dispareunia é mais associada a problemas físicos e a dor pode ser tão intensa que impede a relação sexual.

 

Como praticar os Exercícios de Kegel

Os exercícios de Kegel servem para combater a perda involuntária de urina, tanto no homem quanto na mulher, porque tonificam e fortalecem o músculo chamado Pubiococcígeo, localizado no assoalho pélvico.

Além disso, os exercícios de kegel são ajudam a melhorar o prazer no contato íntimo pois aumentam a circulação sanguínea na região. Nas mulheres, estes exercícios combatem o vaginismo, que ocorre quando a mulher contrai os músculos da vagina involuntariamente, impedindo a penetração.

No homem, os exercícios de kegel também servem para combater a ejaculação precoce e para tratar a disfunção erétil.

 

​Para fazer os exercícios de Kegel deve-se seguir os seguintes passos:

  1. Esvaziar a bexiga;
  2. Identificar o músculo pubococcígeo: para isso, tentar interromper o jato de xixi enquanto urina;
  3. Voltar a contrair o músculo pubococcígeo depois de urinar para se certificar que sabe contrair o músculo corretamente;
  4. Realizar 10 contrações seguidas do músculo;
  5. Relaxar por alguns instantes;
  6. Retomar o exercício, fazendo, pelo menos, 10 séries de 10 contrações todos os dias.

Os exercícios de kegel podem ser realizados em qualquer posição, seja sentado, deitado ou de pé, e podem inclusive ser realizados com o auxílio de bolas de ginástica. No entanto, é mais fácil iniciar estando deitado com as pernas dobradas.

Ebook – Exercícios vaginais que ninguém ensinou a você: Somente uma condição para o prazer definitivo

Há algumas mulheres que perdem a oportunidade de experimentar o verdadeiro prazer que deveriam sentir simplesmente por confundir o forte enrijecimento da vagina com o verdadeiro clímax. No caso do primeiro, se a vagina (em termos exatos, os músculos do assoalho pélvico) estiver apenas fortemente enrijecida, ela ficará reprimida pela força muscular dos músculos do assoalho pélvico. Esse estado é diferente do verdadeiro clímax, e as mulheres não conseguem sentir prazer intenso com isso. E perto de um parceiro que alcança o clímax sozinho e mostra sua satisfação, você pode reconhecer que não alcançou o clímax ou fingir que alcançou. Seja admitindo honestamente que você não alcançou o clímax ou que acabou fingindo, a diferença resultará em uma corrente de ar frio passando no seu coração e no do seu parceiro e criará um hiato entre os dois que não pode ser preenchido. Neste livro, as surpreendentes “condições necessárias” para as mulheres chegarem ao clímax que nunca foram discutidas serão esmiuçadas, e serão apresentados exercícios para satisfazer as condições e obter um corpo que alcance facilmente o clímax.

Índice:

Prefácio: Aspectos do corpo da mulher que são difíceis de compreender até para as mulheres

Capítulo 1: O treinamento vaginal se tornou um obstáculo?!
♢ As armadilhas do treinamento vaginal
♢ Compreenda a realidade com apenas um requisito

Capítulo 2: Compreenda os mecanismos e desenvolva um corpo que possa sentir
♢ Essencialmente igual aos homens
♢ Os músculos do assoalho pélvico são a diferença entre ganhar e perder
♢ A razão pela qual você não consegue gozar, mesmo quando estimulada

Capítulo 3: Antes de começar a se exercitar
♢ Diga adeus à crença de que você precisa “se enrijecer”
♢ Preparação dos itens necessários e do seu corpo

Capítulo 4: A primeira parte dos exercícios vaginais que ninguém ensinou a você (aquecimento)
♢ 1º aquecimento: Método de relaxamento para treinar os músculos do assoalho pélvico
♢ 2º aquecimento: Esteja consciente da sua respiração
♢ 3º aquecimento: Combine o 1º e o 2º

Capítulo 5: A segunda parte dos exercícios vaginais que ninguém ensinou a você
♢ Pontos a se observar
♢ 1º passo prático: Toque suave
♢ 2º passo prático: Toque a área genital
♢ 3º passo prático: Insira o dedo
♢ 4º passo prático: Mova seus dedos
♢ 5º passo prático: Provoque vibração

Posfácio: Você não precisa mais fingir

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